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Briquete para laticínios
No laticínio, o vapor trabalha o dia inteiro: pasteurização, higienização, cozimento e CIP dependem de caldeira operando com pressão estável. E leite não espera — se o vapor falha no meio do processo, o prejuízo é imediato. Por isso a escolha do combustível da caldeira é uma decisão de produção, não só de custo.
A caldeira do laticínio e a lenha
Boa parte dos laticínios de pequeno e médio porte opera caldeira a lenha. O problema é conhecido: umidade variável, pressão oscilando na hora da pasteurização e operador preso à fornalha. Além disso, lenha úmida gera mais fumaça e cinzas — indesejáveis em ambiente de alimento.
O que muda com o briquete
O briquete de eucalipto BioBrique chega com umidade de até 8% e queima padronizada: a pressão do vapor fica estável durante todo o ciclo de pasteurização, com menos alimentações e menos cinza para limpar (teor próximo de 0%). A energia concentrada de ~4.700 kcal/kg reduz o volume de combustível movimentado dentro da planta — estoque menor, mais limpo, em big bag ou sacos.
A BioBrique já fornece para laticínios: o abastecimento é programado conforme a rotina da planta, com pedido mínimo de 10 toneladas para entrega e atendimento em todo o Brasil. Os detalhes técnicos da operação em caldeiras estão no nosso guia.
Perguntas frequentes
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Conteúdo produzido pela Equipe BioBrique