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Briquete para agroindústria
A agroindústria usa calor em todo lugar: secagem de grãos, caldeiras de processamento, aquecimento de instalações e beneficiamento. E tem uma característica que muda tudo — a sazonalidade. Quando a safra chega, a demanda por energia térmica explode na região inteira ao mesmo tempo, e quem depende da lenha local disputa um combustível que some e encarece exatamente na hora de maior necessidade.
O briquete BioBrique já opera em secadores de café de produtores da região, substituindo lenha e cavaco na fornalha — sem alteração do equipamento e com queima mais estável. Veja o briquete operando em secador de café.

A vantagem do fornecimento programado
A BioBrique tem capacidade instalada de 2.000 toneladas por mês, com disponibilidade para novos contratos, o ano inteiro. Para o agro, isso significa reservar volume antes da safra e receber conforme o cronograma — a energia da operação deixa de depender da oferta local de lenha no pico. A fábrica fica em Nova Ponte-MG, no coração do Triângulo Mineiro e do Alto Paranaíba, com entrega em todo o Brasil.
Onde o briquete entra no agro
Secadores de grãos, caldeiras de processamento, aquecimento de instalações e agroindústrias de beneficiamento. Em todos os casos, as vantagens são as mesmas: umidade de até 8%, ~4.700 kcal/kg, queima constante, pouca fumaça e cinzas próximas de 0% — com estoque compacto que libera espaço no período mais crítico do ano.
Sustentabilidade que fecha a conta
O briquete BioBrique é produzido com resíduos de eucalipto 100% reflorestado: nenhuma árvore é cortada para virar combustível. Para agroindústrias com metas ESG ou certificações, usar energia de resíduo renovável e rastreável é um argumento a mais — que ainda vem com queima mais limpa.
Perguntas frequentes
Planeje a energia da próxima safra: envie seu consumo estimado e receba a proposta com cronograma e frete.
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Conteúdo produzido pela Equipe BioBrique