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Briquete para cerâmicas
Na cerâmica, o forno é o coração do negócio — e a curva de queima define quanto do que entrou sai vendável. Oscilação de temperatura significa peça trincada, cor fora do padrão e fornada perdida. Como a maioria dos fornos cerâmicos ainda queima lenha, o setor conhece bem o problema: cada carga de lenha é diferente da anterior.
O problema da lenha no forno cerâmico
A umidade variável da lenha faz a temperatura subir e descer ao longo da queima. Para compensar, o forneiro alimenta mais — o consumo cresce, a fuligem aumenta e o controle da curva vira arte em vez de processo. Em ciclos de queima longos, uma oscilação na hora errada compromete a fornada inteira.
O que muda com o briquete
Com umidade de até 8% e densidade padronizada, o briquete entrega calor constante e previsível: a curva de queima fica mais fácil de seguir, a temperatura de patamar se mantém com menos intervenção e a fornada ganha uniformidade. O poder calorífico de ~4.700 kcal/kg significa mais energia por quilo alimentado, e o teor de cinzas próximo de 0% reduz a limpeza de fornalha e canais.
A BioBrique atende cerâmicas com fornecimento programado — produção contínua de ~2.000 toneladas/mês e entrega em todo o Brasil, com pedido mínimo de 10 toneladas.
Perguntas frequentes
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Conteúdo produzido pela Equipe BioBrique